15 de setembro de 2012


era feito de sentimentos. repleto de mensagens exaustivas de tão árdua e tamanha dor.
um dia, sem qualquer ressentimento, desfez-se e espelhou todas as nossas diferenças.
e ali estava: desfeito, só, separando-nos ás peças.
fez de nós pessoas distintas, separáveis á mínima diferença. o seu feitio, a sua forma, a sua beleza ... era tudo resultado de todos os momentos que passamos juntos, enquanto escolhíamos todas as peças aos poucos.
e também aos poucos as desfazíamos, pois nas nossas mãos não duraram muito.

remotamente, elas tendem a juntar-se. são peças fortes, cheias de história e sentimento.
mas onde estão as restantes peças que nos faltam? perdemo-las? ou será que não és tu a restante parte que falta neste puzzle?

7 de setembro de 2012


mente e diz que ainda me amas.
mente e diz que sempre me amaste.
mente e diz-me que todas as outras não interessam, que só és feliz comigo.
mente e diz que não há nem nunca haverá alguém como eu na tua vida.
mente e diz que te mostrei quem verdadeiramente eras.
mente e diz que ninguém te conhecia tão bem como eu.
mente e diz que te arrependes de todas as vezes que me fizeste sofrer.
mente e diz que embora tentasses esquecer-me, era uma figura constante na tua vida.
mente e diz que não era apenas 49,9% da tua vida, mas sim 99,9%.
mente e diz que a tua loucura se deve toda a mim.
mente, mente, m e n t e!

depois mente só mais um bocadinho e diz que todas estas mentiras fazem parte de uma enorme verdade.

3 de setembro de 2012


falamo-nos há uma semana ... é incrível como o tempo passa depressa.

e tem sido "difícil" saber digerir tudo o que está a acontecer, não vou mentir.
é que mesmo depois de "arrastado" para o final destas férias, a verdade é que, irónico ou não, acabas sempre por aparecer.

influência minha, eu sei. mas as coisas não acontecem por acaso.

imaginas o quanto acordar e ter uma mensagem tua, me faz sentir bem? imaginas o quanto isso me faz pensar no que nos aconteceu? imaginas?

isto ainda é estranho para mim ... estou a (tentar) habituar-me.
afinal, és o rapaz que eu mais amo, não és um dos rapazes do faz de conta.

instintivamente, és O rapaz (ou eras). e se isto tiver de mudar, só tu saberás como o fazer.

27 de agosto de 2012


ainda não acredito no que está a acontecer.

as férias estão a acabar, era mesmo necessário teres aparecido nesta altura, quando estava tão perto de te pôr no passado?
já não te via há dois meses. porque é que continuas tão perfeito? e porque é que eu continuo a sentir o mesmo ou ainda mais, cada vez que te vejo?

sabes, duvido muito que isto dê certo. as minhas dúvidas acabarão por reter memórias, coisas que supostamente já deveria ter esquecido.

essa tua habilidade invejável de me manteres por perto, incentiva-me a querer-te ter perto de mim, mesmo que apenas pela fala.

mas não será este o caminho mais fácil, para que te esqueça?
vou descobrir, prometo.

15 de agosto de 2012


conheces-me e sabes o que estou a sentir melhor que ninguém.
no entanto, fazes tudo para ignorar e evitar a dor que transpareço e que só tu consegues ver.
tens coração, mas tentas a todo o custo arrancá-lo de ti pois achas que te faz fraco.
sabes, eu sentia-me feliz e orgulhosa porque sabia que te conhecia melhor que ninguém, (talvez até melhor do que tu te conhecias a ti próprio).
mas quando ia demasiado fundo, quando percebias que já não eras mais um livro fechado para mim, tentavas que parasse.
fechavas-te em copas por momentos, mas voltavas a abrir o jogo porque sabias que te era demasiado para que me pudesses perder.

estavas sempre tão concentrado em pedir-me desculpa que nem reparavas que eu nunca me chateava contigo.
bem tentava, mas via o arrependimento estampado nas tuas expressões, palavras e silêncios e perdia a coragem pois já sofrias o suficiente sozinho.
fizeste-me descobrir características em mim mesma que eu nunca pensaria ter, como a demasiada bondade e inocência.
características essas que me estão a fazer morrer aos poucos, por dentro ... por ti.

ps: a verdade é mesmo essa ... eu (ainda) não te esqueci.

3 de agosto de 2012


não passei a segunda fase dos exames.
mas por mais estranho que pareça, não é isso que neste momento me preocupa.
preocupa-me muito mais o facto de saber que vou ficar na mesma escola que tu, durante mais um ano.
ironia do destino ? não me parece.


até porque, se mais um ano naquela escola tiver de servir para alguma coisa, relativamente a ti, será apenas para veres com os teus próprios olhos o meu sorriso todos os dias, como resultado de teres caído no esquecimento.

ps: sweet, sweet holidays *.*

1 de agosto de 2012


olá agosto.
começo por pedir-te que sejas melhor que julho: sem pressões, confusão ou qualquer outro tipo de aborrecimento.
é que sabes, os últimos tempos têm trazido apenas disso e estou cansada dessa enfadonha monotonia de férias. achas que consegues mudar essa rotina ? fico á espera.

ps: como é que vocês os dois hoje se lembraram de mim ? coincidência ? não acredito. mas obrigada, soube muito bem.

24 de julho de 2012


és persistente, não és ? persistente demais para meu gosto.

quando é que entendes o sentido da palavra “não” ?
estou a ver que a negação não é o teu forte. de facto, ser negado não é o forte de ninguém … mas até quando pretendes continuar com isto ?

começas a tornar-te repetitivo. e cansas-me … cansas-me muito !

23 de julho de 2012


tinha um "fascínio" por nadadores salvadores. são amorosos, não são ?
pois é. mas este "fascínio" existia, até eu descobrir que a profissão que exerces no verão é mesmo essa. como é que é possível, ver-te após um dia daquela conversa ?

estranho, no mínimo. mas estranho estranho, tornaste-te tu, que já nem aos teus sorrisos sou tentada a corresponder.

22 de julho de 2012


ás vezes sou tããããão idiota. como é que fui pensar que tu não tinhas mudado ? porque sim, eu gostava de ti pelo que eras, quando me falavas, quando me olhavas, quando … enfim, quando eras tu quem eu queria.

a realidade, é que tu mudaste.
mas obrigada por me teres dado a conhecer esse teu lado. foi adorável saber que já nem do que passamos te recordas. como é o meu nome, mesmo ?

14 de julho de 2012


recordo-me de ter dito que tomei a decisão de concentrar-me em encontrar alguém. recordo-me também de ter agradecido ás minhas férias por me terem ajudado a tomarem tal decisão, mas talvez não tenha sido das minhas melhores decisões.

é que de um momento para o outro, tudo se tornou confuso e após o aparecimento de tantos “alguéns” eu não sei o que pensar.

mas as férias ainda não acabaram. e, por isso, eu vou esperar que tudo se torne mais claro e me faça tomar a verdadeira decisão.

7 de julho de 2012


desfeito.
desfeito em todos os sentidos ou formas. desfeito em metades irregulares e controversas. desfeito por ele, por mim, pelo que aconteceu.
porque é que ainda estás assim, porquê ?

o tempo está a passar e eu continuo na mesma. onde estão todas as minhas promessas ? eu sei, faltam ser cumpridas.

mas apesar de desfeito, ainda terás forças para as cumprir.

ps: trata disso, rápido. estás a bater pela pessoa errada.

obrigada queridas férias de verão.
mais importantes que vocês, são as decisões que eu tomo, principalmente na vossa altura, pois é quando tudo acontece.
e eu hoje acordei com uma muito importante: a de encontrar alguém este verão.
é estranho eu estar a dizer isto … mas porque não ?
vou concentrar-me nisso. vocês são propícias a que isso aconteça e eu prometo que vos vou aproveitar ao máximo.

(e não, eu ainda não te esqueci. é importante lutar, mas é muito mais importante saber quando deixar de lutar. e por isso mesmo, depois de tanta luta desperdiçada, tenho a certeza de que mais tarde ou mais cedo, cairás no esquecimento).

ps: os exame de português correu-me bem. mas o de matemática … enfim. não tinham exame mais difícil para fazer ? segunda fase, “eu vou”.

16 de junho de 2012


não esperava ver-te.
talvez não tenha sido boa ideia ter ido a esse sítio, depois do que nele (nos) aconteceu.
mas a verdade é que fui e que me comportei da melhor maneira possível. não esperavas, pois não ? nem eu.
estou convencida de que as férias estão a ter o efeito esperado.
e depois de hoje, cheguei á conclusão de que as amizades que temos em comum não me impedem de te afastar de mim.
pois percebi que os amigos que involuntariamente partilhamos, são os mesmos amigos que me fazem ter a certeza de que consigo partilhar o mesmo espaço que tu, sem me causares qualquer incómodo ou sem te dar a mínima importância.
eles fazem-me também ganhar força para te dar a indiferença que mereces, e isso sim, é o que realmente interessa.

ps: o exame de matemática está próximo. estou nervosa, mas confiante. veremos.

14 de junho de 2012


espera lá … tu agora também mandas indirectas ? afinal és incrível !

adoro o facto de escreveres o que escreves e de dizeres o que dizes apenas por saberes que mais tarde irei ler ou saber.
mas quando é que percebes que não estou minimamente interessada nessas frases e palavras que um dia já disseram o contrário ?

quando é que percebes que não tens moral alguma para mandar indirectas ? aprende.

ps: adorei também o facto de me teres removido da tua lista de contactos no msn.
mas confesso que também fiquei com pena … é que se me removeste, agora como é que te agradeço por o teres feito ?

6 de junho de 2012


há pessoas que distorcem histórias, mas tu abusas.
eu não faço a mínima ideia do que pretendes, mas sinceramente, prefiro nem saber.
só queria que soubesses, que a partir de agora, a única coisa que teremos daqui p’ra frente a unir-nos, será a distância.

aquela distância que tivemos, mas que na tua versão da história não existiu, sabes ?

e quando nos virmos, espero que invertas o sentido. é que a proximidade, é uma coisa que não nos assiste.

ps: graças á tua fantástica versão, ele certamente mudou a sua opinião a meu respeito. mas não te preocupes, continuo a preferi-lo.
não é por acaso que gosto de rapazes perfeccionistas … é que esses, pelo menos, não mudam o sentido das histórias.

30 de maio de 2012


já começo a sentir o final das aulas a aproximar-se. o alívio também começa a fazer-se sentir, visto que vou passar as férias inteiras longe de ti.

não é óptimo ?

eu disse que este ano te vou esquecer. e estas férias, ajudar-me-ão nesse sentido.

e por isso mesmo, espero que te mantenhas distante como nunca, beeeem lá no teu canto.
eu também vou estar no meu, com “medo” que a vontade de te ver seja maior que a de te esquecer … mas tudo bem.

os últimos três anos foram assim, mas este ano … ESTE ano será diferente !

ps: o alívio é imenso, mas o “nervoso miudinho” que eu não acreditava que existia, já se está a fazer sentir. os exames não me vão correr bem, “i gotta a feeling”.

27 de maio de 2012


onde estiveste durante este tempo todo ?
será que era suposto só nos termos conhecido naquele dia ?
porque é que nunca nos vimos antes ? não sei. não interessa !

deixa-me só dizer-te que és o rapaz mais completo que alguma vez conheci. completo em todos os sentidos, sem exageros ou excepções á regra. porque de facto, tu és fantástico.


e não sei porquê, mas tenho pensado muito em ti. tais pensamentos, até já se convertem em sorrisos cada vez que me falam de ti, acreditas ?
és tão perfeccionista, que ainda não descobri respostas ás perguntas daquele dia e ainda não sei quem tu és realmente.
mas deixa-me só descobrir o que escondes por de trás de todo esse teu perfeccionismo. eu prometo que depois dessa descoberta, multiplicarei os sorrisos que dou, cada vez que oiço o teu nome a ser expresso.

ps: o detalhe das tuas conversas e indirectas em relação ao meu (suposto) interesse por ti, deixa-me a pensar … não será isso verdade ?

26 de maio de 2012


melhoooooooooooooooooooor amigo ?

PARABÉNS.

estás grande !

grande em idade, em tamanho, em personalidade, em mentalidade, em TUDO.

és perfeito, sabes ? um AMO-TE grande.

aliás: um grande e perfeito AMO-TE MUITO.

[JV].

27 de abril de 2012


estou convencida de que cada vez te conheço menos.
aquela tua personalidade extravagante divagou-se e não há meio de a encontrares.
é pena, porque era extravagante em sentimentos, promessas e opiniões formadas mas perdeu-se.
procura-te. procura-te de uma vez por todas e sê extravagante por inteiro.
tenho a certeza de que assim que te encontrares, gostarás da extravagância que perdeste.

aquela extravagância que eu venero e que lentamente, tu deixaste que se perdesse.

ps: parabéns asiático ri-lindo.

21 de abril de 2012


quem és tu ?

de todos os rapazes que lá estavam, foste o único que me chamou a atenção.
foi estranho. pelo menos para mim ...
afinal, o que significaram aquelas trocas de olhares ?

no próximo fim-de-semana, espero descobrir.

18 de abril de 2012


és horrível.
e é incrível, mas fazes-me odiar-te mesmo sem ter trocado uma única palavra contigo.

como é que é possível tanta infantilidade numa pessoa só ?
de certeza que não há espaço, nesse cérebro medíocre, para um pouco de respeito ?

um dia canso-me dessa falta de respeito e levo-te á razão.
mas nessa altura, não esperes que seja simpática como das outras vezes. dessa vez, será mesmo a doer.

4 de abril de 2012


foi involuntário, eu juro.
mas mesmo que pudesse voltar atrás, não mudaria nada na nossa história.
chama-me de egoísta, se quiseres. mas a verdade é essa. fizeste-me feliz e a única coisa de que poderia arrepender-me é de não ter correspondido a todas as tuas expectativas.

não me pressiones para te dizer o que ainda não te disse. não me renegues a vontade que tenho de continuar a ter-te comigo. não me condiciones a ter de virar as costas a tudo o que passamos e idealizamos juntos. mas sobretudo, não me odeies.
porque apesar de tudo, eu sei que já previas isto. a verdade é que eu o amo de todas as formas e feitios, com todos os seus defeitos. mas eras tu quem eu realmente merecia.
e depois desta viagem, as ideias arrumaram-se, as respostas foram dadas e as incertezas foram desfeitas. (desculpa).

ps: houve de tudo um pouco, nesta viagem. desde choros a sorrisos, encontros a desencontros e desde olhares trocados a indiferenças previstas.
mas com ela, descobri que afinal não sou tão forte como julgava. é que a tua presença, enfraquece-me com uma velocidade incrível.

1 de abril de 2012


sim, hoje é o dia das mentiras.

como se as pessoas já não mentissem demasiado (…)

30 de março de 2012


não quis acreditar quando te vi.
fizeste-me quebrar todos os devaneios dos últimos tempos.
thank you. you are perfect, ASIAN JESUS.

ps: a magia de lloret é incrível. quero lá voltar, sem dúvida.

23 de março de 2012


as malas estão feitas. resta saber que tipo de recordações trarão.
LLORET DE MAR, HERE I GO !

20 de março de 2012


faltam três dias.
LLORET DE MAR, give me good memories, please.

18 de março de 2012



esta ansiedade, aborrece-me.
quero muito sair do meio que me rodeia de todas estas confusões, incertezas e futilidades.
esta viagem vai servir para eu ganhar certezas e debruçar-me sobre o que realmente interessa.
vou voltar sem que nada do que agora me rodeia, me afecte e prometo trazer-te certezas de tudo o que procuras. até lá, sê paciente com o que poderá acontecer enquanto eu não estiver por perto.

ps: vou divertir-me muito, sim. a tua presença não me vai condicionar a nada do que possas imaginar. estou mais forte do que nunca. espero que te divirtas tanto quanto eu. preferencialmente, em espaços bem distintos.

10 de março de 2012


a minha mente está vazia.
afinal o que é que tu és para mim ? estou tão confusa que neste momento, seria capaz de misturar as horas, minutos e segundos que faltam para estar de novo contigo.
o que vai ser de nós ? porque é que depois de tudo, ainda não fui capaz de corresponder (por completo) ao que sentes ? desculpa. sei que no momento em que estivermos diante um do outro, vou trocar todas estas perguntas, por respostas como “sim” e “não” ao (justificado) interrogatório a que me vais sujeitar.
no entanto, o vazio da minha mente vai mostrar-se sublime e ganhará forma para que responda a tal interrogatório.
mas só depois de eu ter a certeza de que o que sentes, é tão certo quanto dizes ser.

23 de fevereiro de 2012


quem diria, não é ?

mas aconteceu. sem antecedentes, sem marcações, sem prós nem contras ou sem excessiva vontade de acontecer.
e eu estou muito feliz. até mais do que esperava !
eu sabia que eras capaz de me realizar, mas não sabia que seria desta forma …
é-me impossível descrever a noite de ontem. vou guardar o que senti naquele momento, só para mim … e no mesmo sítio onde te guardo. desde sempre.

ps: melhores amigas? vocês são perfeitas ! o nosso carnaval foi mágico, digno de verdadeiros disfarces e histórias. amo-vos demais.

20 de fevereiro de 2012


entendemo-nos. mas será que é absoluto ?
bem, eterno não é de certeza. a "eternidade" apenas existe nas mentes optimistas de momentos desejáveis. talvez absoluto seja mesmo a palavra certa.
foste tu quem tornou isto tudo possível. todo este "absolutismo" derivou de todos os teus discursos de palavras q nem precisaram de ser expressas para me completarem.

obrigada pelos últimos dias. têm sido excentricamente indescritíveis. assim como é excêntrica toda a minha vontade de te ter cada vez mais perto de mim.

17 de fevereiro de 2012


os laços que criamos são invulgares. criaram-se como inapropriados e foram construídos ao sabor do vento e do tempo que demoraram para ser entendidos.
mas entendidos ou não, sempre se demonstraram misteriosos. porque sim, tu sempre foste misterioso. no entanto, ensinaste-me muito para além de todos os teus mistérios e estou-te grata por isso, pois conseguiste fazer de mim uma pessoa melhor.
sei que não me compreendes, apesar de fazeres um esforço. mas a verdade é que também não abdicas dessa tua personalidade arrogante por não saberes compreender o que eu digo ou faço. acabas sempre por entender tudo mal e, no fim, todo esse teu esforço resulta em tristeza e puro desentendimento.

(sei que já tentaste imensas vezes compreender-me. mas divide as vezes em que te compreendi pelas vezes em que tu me compreendeste. ficarás surpreendido com o resultado).

10 de fevereiro de 2012


estou a adorar.
a mistura dos olhares, as palavras trocadas, os sorrisos improváveis, as mensagens mistificadas com notas soltas e imprevisíveis feitas á medida do nosso sentimento ... tudo !
tu és tão perfeito. a sério, como consegues ? nunca vi tal coisa.
consegues ser perfeito no que dizes, no que fazes, no que pretendes ... a sério, não entendo.

tens-me mostrado facetas que eu deduzi que era impossível existirem .
mas sabes, impossível impossível, torna-se o meu distanciamento dessa tua perfeição. porque como disse: estou a adorar !

26 de janeiro de 2012


não te descrevo em mais nenhum "ps".
desta vez, as tuas (nossas) memórias vão ser retratadas de uma forma concreta e não vulgar.
tens-te tornado muito importante. e, por isso, estou certa de que mais tarde nos deixaremos de ilusões e passemos á prática propriamente dita.
custou tanto chegar até aqui, não foi ? sempre com a mesma "gentileza", descrição e objectividade ... mas sabes, foi perfeito !
a tua amizade será das poucas que eu vou querer perservar.
mas será que isto se trata de apenas uma amizade?

responde-me, sem mistérios.daquela forma objectiva a que sempre me habituaste (por favor).

4 de janeiro de 2012


começou um novo ano. espero que 2012 me traga mais alegrias do que tristezas, mais sorrisos do que lágrimas, mais bons momentos, mais promessas cumpridas e menos sonhos desfeitos!
espero também, sinceramente, que os nossos caminhos não se cruzem. porque sabes, este ano eu vou esquecer-te.
já só falta (tentar) convencer o meu coração disso.

ps: sim, estou interessada nele, admito. mas (ainda) é apenas um interesse. ainda estamos no início do ano, muita coisa pode acontecer ...

21 de dezembro de 2011



all i want for christmas is you.

21 de novembro de 2011


desdobras-te num ser irracional, algo que inconscientemente acabo por caracterizar como inimaginável.

por vezes, és também irreal, não objectivo.
revelas-te múltiplo, talvez indefinido, o que me leva a definir a mim como uma pessoa inteiramente desligada que aceita que o pensamento gera infelicidade, visto que é lá que te encontras.

a minha única realidade integrada, acabou por ser considerada como apagada. já não há nenhum sentido escondido por de trás das coisas. tudo se resume agora a um espelho, onde finalmente te deixaste reflectir.

e agora conheço-te. não porque te vejo mas porque já te caracterizo e te defino.
já não pretendo criar algo corrosivo ou radical que vá contra todo esse teu "ensinamento".

és o que escolheste. atraiçoaste o teu outro "eu". renovaste-o sem pedir, mas esse ser és mesmo tu, não há volta a dar (...)

na verdade, vives de aparências. já nem tu próprio te identificas.

7 de novembro de 2011


suponho que duvides de todo o meu tipo de desabafos, mas ao contrário do que possas pensar, eles são bem reais.
no entanto, não me espanta que não os compreendas, pois estou ciente de que o teu grau de perseverança já não o permite.

por mais complexo e difícil que te tentes demonstrar, acabas sempre por conservar as emoções. é verdade que um dia elas se convertem também a meros desabafos ... mas quando ?

não te preocupes, já te conheço. já converto o silêncio das tuas palavras em discursos de arrependimento e completa angústia.

os teus valores, resumem-se agora ao egoísmo e á centralidade e por isso, já não precisas de um momento para expulsares todos os teus desabafos. agora ages como se apenas adquirisses pontos fortes (...)

mas esses pontos pertencem-me. o meu único ponto fraco és tu.

28 de outubro de 2011


"querido diário":

se te tivesse mesmo, em ti escreveria tudo o que tenho andado a sentir. melhor: o que não sei que tenho sentido.

de maneira nenhuma te daria a conhecer o nome do ser que mais me tem angustiado, perturbado e feito sofrer.

porquê ?

porque não mereces tal coisa e também porque o mundo já não precisa de se ressentir sempre que sinto a sua falta.

ainda é tudo muito recente, mas precisava de te mostrar o quanto é difícil estar deste lado do papel.
era agora, ou nunca.
a tinta da caneta acabaria por secar, muito antes desta dor acabar. foi por isso que te escrevi (...)

escrevi-te também para que saibas que apesar de todo este sofrimento em silêncio eu estou feliz.
já me cansei de ter as mesmas razões para chorar, o mesmo pensamento ao adormecer e os mesmos momentos para recordar.

não estou bem, é certo, mas a vontade que tenho de ficar agora és só tu quem sabe.

nunca pus as coisas nestes termos, mas sei que precisava.
assim como sei que preciso daquele ser.

o mesmo ser que um dia me ensinou a ser feliz (...)

25 de outubro de 2011


fazes dezassete anos ? quem diria (...)

10 de outubro de 2011


sweet seventeen.

11 de setembro de 2011


ás vezes parece que está tudo bem e que não vai acontecer nada que me perturbe e que me retire toda esta calma, mas é nessas alturas que eu também acordo para a realidade e me deparo com tudo o que me rodeia.

eu sei que lamentar-me, já não é solução. ainda sou eu quem tem de resolver todas as nossas entraves e lutar contra o que não deu certo, visto que tu te colocas mais distante do que nunca.

no entanto, vou continuando a esboçar sorrisos deliberadamente simulados e a arriscar-me a enganar-me a mim própria. mas não é isso que tenho feito desde sempre ?

chega de perguntas retóricas, não me questiono mais á cerca disto.
estou cansada de "procurar" a rapariga que eu era, antes de me perder nesse teu mundo injusto.

sim, acabou. e sim, continuo feliz !

26 de agosto de 2011


feliz ? sim.
agora estou decididamente completa, graças a ti e á tua frágil mudança.
obrigada por teres voltado. obrigada por me teres feito acreditar no impossível (mais uma vez) e me teres realizado.
tu não sabias, mas lá no fundo, sempre quis que voltasses e me completasses desta maneira.

deste-me a conhecer uma realidade, de que não pretendo prescindir de maneira alguma.
os últimos dias têm sido indescritíveis.

e pensando bem, não estou feliz. estou MUITO feliz !

6 de agosto de 2011

já não me apetece recuar no tempo.
na minha mente, vagueia uma mistura de sentimentos dignos de uma grande história: a nossa.
sempre disseram que aquilo que é realmente nosso, acaba por voltar e agora, mais do que nunca, sou eu quem tem também a certeza disso.

tinha saudades tuas. saudades de tudo o que nos envolvia e nos preenchia das mais diversas formas.
e agora que estás aqui, nunca mais te vás embora pois fazes-me muito feliz.

ps: amo-te. de todas as maneiras possíveis e com todas as minhas forças.

23 de julho de 2011



gosto muito das frases que dizes, com mentiras soltas e desmedidas.
é também engraçada a importância que me dás e que sempre me deste. na verdade, acho-a fantástica !


mas para quê que finges ser feliz ?
já toda a gente sabe o que escondes por detrás desse sorriso que consideras estupendo.

a falsidade tomou conta de ti, não há mesmo volta a dar.


( e da próxima vez que me quiseres "atacar" não uses o teu veneno. já não resulta ).


24 de junho de 2011

não te movas.

deixa que o momento te envolva por completo e te deixe ficar até ao fim.

exigo (sim, é isso mesmo); exigo que tu pares no tempo e me descontroles como nunca.
uma mistura de descontrolo e prazer. é mesmo disso que eu preciso.

por isso mesmo, não esperes que seja eu a movimentar-me e a levar-te ao extremo.

deixa essa falta de coragem em me possuír, para trás. parte para o meu mundo e aprende a viver nele.


eu sei que tens medo. TU que sempre te insinuaste, mostras-te mais frágil que nunca. logo agora que sou eu quem quer (...) porquê ? não sei. só estou á espera que me indiques o próximo passo e conquistes o meu corpo as vezes que sempre quiseste, mas não vejo como.
sabes aquela sensação de perversidade compulsiva ? faz-me senti-la. ensina-me a gostar do meu corpo e a dar-lhe uso. ensina-me o que nunca ensinaste a ninguém e que estás desejoso por ensinar.


eu espero por ti, prometo. (em sonhos, como sempre).

11 de maio de 2011


lembrar-me daquilo que não quero, tem sido algo constante e terrivelmente persistente.

no entanto, tentar alterar o inalterável mostrou-me que na verdade é possível assumir a minha própria independência e ignorar todas as insignificâncias que me atrapalharam desde o início.

perante a realidade, algo abstracto ganhou vida e desencadeou sentimentos indescritíveis, que não fazia ideia existir.

precisava de ser eu a conseguir libertar-me de todas as nossas ligações, sem entraves e sem medos de modo a atingir a tal independência.


pensar mais em mim foi algo em que me concentrei, mas a existência de um outro alguém tornou mais sólida a ideia que tinha em mente para que tudo resultasse.

devia estar arrependida, talvez desolada (...) mas sou livre, nada o impediu.

ainda tenho aquela liberdade que em tempos permitiu que avançasses e te apoderasses do que hoje não é teu.

temos pena. aliás: TINHA pena !

já não há nada que me prenda á tua pessoa, ( esse ser medonhamente mudado e totalmente irreconhecível ) de quem já me esqueci.


no fundo, aquilo que não esqueço é que o batimento do teu coração um dia teve o mesmo ritmo que o meu.

25 de janeiro de 2011




gostava de hoje poder escrever sobre ti, de outra forma. gostava também de me conseguir desligar um bocado daquilo que ainda me faz confusão, poder dizer que já não me és nada e que finalmente me sinto completa (...)

mas a verdade, é que mesmo mantendo esta distância saudável, eu continuo a pensar naquilo que me fazia realmente feliz, naquilo que era a nossa realidade.

é doloroso, eu sei. mas mais doloroso ainda, é eu me tentar concentrar e acreditar numa coisa, que não existe e que (agora sei que) para ti, nunca existiu.

pensando bem, até existiu: na minha cabeça. assim como só na minha cabeça existiu aquela tua personalidade de que eu tanto gostava e que me impressionava constantemente.


sabes, tenho feito muita coisa para que tudo isto mude, mas já me conformei de que não vai mudar.

e tudo só porque eu continuo a esquecer-me de te esquecer (...)

23 de janeiro de 2011



de nada nos vale fingir. nos últimos tempos, temos dado espaço para que a distância se propague e nos afaste da maneira que quer. sei que ela não tem culpa, nós assim o quisemos (ou pelo menos, não fizemos o suficiente para que isso não acontecesse).

quanto a mim, admito não ter dado o meu melhor. admito ter começado o ano e ter mudado as minhas atitudes, incluindo as que tinha contigo, mas nesta história, eu não sou a única personagem e por isso, tu sabes que representaste o mesmo papel que eu.

nada é perfeito, devíamos sabê-lo e ter dado mais importância a isso, mas talvez com o passar do tempo nos tenhamos precipitado e imaginado coisas que na verdade não existem.

queria "ter-te" de volta, voltar a sentir o mesmo que sentia quando estou contigo, sentir-te ao pé de mim e achar que vais estar sempre ali, queria poder ganhar as forças que preciso e que ganhava, quando me dizias as palavras certas. queria muito, acredita.


de certa forma, embora já nada seja como antes e eu me sinta como se tivesse perdido uma grande parte de mim, quero que saibas que ninguém ocupará o teu lugar. ninguém me põe o brilho nos olhos como tu e me impressiona de maneira a que me complete. obrigada por tudo o que um dia fizeste por mim e desculpa não ter sido a tua melhor amiga/irmã quando mais precisaste.


agora, estou por minha conta.

22 de janeiro de 2011


um dia, vais reflectir sobre tudo o que fizeste.
arrepender-te-ás e pedirás com todas as tuas forças para que o passado volte, mas será em vão.

espero que saibas que as coisas não são (nem nunca foram) como sempre quiseste e que as tuas últimas e árduas palavras se segregaram na minha mente e dela não saíram pois ditaram o "fim" que tanto desejaste.

já não existe a hipótese de voltar atrás como tiveste a sorte de um dia existir.
vais aprender com os teus erros, principalmente com o de me teres deixado. quiseste mudar e dar outro sentido ás coisas e eu sempre estive "do teu lado", mesmo sem te aperceberes pois continuo a saber da tua vida, embora o que faças/digas já não me importe (...)


experimenta só recordar todas as vezes em que me dizias aquelas frases feitas e aquelas palavras que ditas por ti me mostravam a tua singularidade. experimenta, e verás o quanto dói !

o meu olhar e o meu sorriso apoderar-se-ão da tua memória, assim que recordares. não quererás outra coisa. sentirás todo o medo e toda a angústia, como eu tenho sentido por estares longe e ao mesmo tempo estares perto.


só espero que a saudade não te bata forte. porque as memórias que terás serão nítidas e tu vais esquecer-te de tudo o resto.
(aquele resto que os outros julgam que conhecem).